Sunday, June 17, 2012

Sergei Lavrov

Parece-me que numa coisa o Ministro dos Negócios Estrangeiros russo tem razão: deve incluir-se o Irão na lista dos países a ser ouvidos no caso da Síria

Thursday, June 07, 2012

dois cancros

Dois cancros públicos no sistema judicial português:

O primeiro foi a decisão de Noronha Nascimento de ordenar a destruição das escutas de José Sócrates
O segundo é a decisão de Pinto Monteiro que acaba de ordenar que a ASAE não pode pesquisar os computadores, os CDs e os DVDs apreendidos, inutilizando, na prática, toda a sua ação.

Estes cancros e os seus autores destroem as capacidades democráticas do país. Precisam ser removidos, cirurgica e rapidamente

Frei Bento Domingos. Publico de 4 de Junho

Palavras textuais dele:
"Foi aconselhado que num debate teológico devia sair vencedor quem provasse saber menos sobre Deus. Tomás de Aquino escreveu que acerca de Deus tanto mais sabemos quanto mais nos apercebemos que excede tudo o que dele compreendemos. Numa experiência mística concluiu que tudo o que tinha escrito lhe parecia palha seca e deixou a Suma Theologiae inacabada."


Mas se frei Bento Domingos pensa isto porque adere a uma religião com uma das teologias mais elaboradas do mundo, Daquelas que pretendem melhor conhecer Deus?
Pela minha parte concordo quase textualmente com o que ele diz aqui mas prefiro um agnosticismo de tipo Espinoziano.

Tuesday, June 05, 2012

Alemanha forneceu submarinos que Israel está equipar com armas nucleares 03.06.2012 - 23:41 Por PÚBLICO

Um grave contributo para a 3ª Guerra Mundial, ou para um conflito internacional generalizado no médio oriente. É preciso que o governo alemão volte atrás nestas decisões, e que elas sejam discutidas e travadas.
Leia-se a notícia do Publico: 


 "O Governo alemão está a ajudar, indirectamente, Israel a desenvolver as suas capacidades nucleares. A afirmação é da revista germânica Spiegel, que acaba de publicar uma investigação em que apurou que foram os alemães que construíram e forneceram três submarinos que Israel está a equipar com armamento nuclear"


"O caso está a gerar controvérsia na Alemanha, com os sociais-democratas a pedirem explicações a Angela Merkel. O porta-voz do Governo alemão, Steffen Seibert, já comentou o tema, em declarações à Der Spiegel: «No que diz respeito ao fornecimento de submarinos a Israel, o Governo dá apenas seguimento à política de Governos anteriores. O fornecimento é feito sem armamento. O Governo não alinha em especulações sobre o que se passa depois quanto ao armamento.»"  http://www.abola.pt/mundos/ver.aspx?id=334717



Friday, June 01, 2012

Um plano Marshall para a Europa?


Sim.

Os países mais ricos da Europa, incluindo França, Reino Unido, Países do Norte, Espanha, e até Portugal,
à medida que saneiam as suas finanças, ajudarem com dinheiro, iniciativas democráticas e projetos industriais, países como a Roménia, Bulgária, Bósnia, Sérvia, países da orla da Rússia e da África do Norte.

Com uma solidariedade reforçada, a preços concorrenciais, faria muito bem a ambas as partes.

Vasco Pulido Valente (Público de 1/6) continua a ter razão

Sunday, May 27, 2012

Recuperar ou não


 Já perdemos a hipótese de fazer como tinha feito a Islândia, ao nacionalizar o BCP ao invés  de o manter no foro privado, não se responsabilizando o país pelos danos que ele provocou.

Sendo a única solução possível a europeia, e apontando, como o “ECONOMIST “ para as possibilidades de Break up, ou de Superestate, devemos procurar ver como conseguiu a Alemanha reabilitar a sua parte Oriental, e que mecanismos de contabilidade pública seriam os mais transparentes para Portugal se integrar num concerto europeu de recuperação económica e social, sem voltar aos desperdícios antigos e sem soçobrar de novo na concorrência face à China e países do extremo Oriente, e à escassez de petróleo.

Falta ainda emagrecer, e bem, as gorduras do estado, a ineficiência e a corrupção.


Ecologia da que interessa


Ambiente: Operação para detetar iscos envenenados junto ao Tejo Internacional regista 11 animais mortos - Quercus

Diario Digital Castelo Branco | 2012-05-26 08:58:00
Ambiente: Operação para detetar iscos envenenados junto ao Tejo Internacional regista 11 animais mortos - Quercus
Oito raposas e três cães mortos é o balanço de uma semana de procura de iscos envenenados na zona do Tejo Internacional, dos quais 80% são colocados por criadores de gado ou caçadores, segundo a Quercus.
Samuel Infante, do núcleo regional de Castelo Branco da Associação Nacional de Conservação da Natureza (Quercus), explicou que este foi um trabalho de campo de uma equipa espanhola com cães treinados para a busca de iscos envenenados.
A operação inclui-se num projeto-piloto da Comissão Europeia, a decorrer em Espanha, Portugal e Grécia e que durará até 2015.
Em declarações à agência Lusa, o ativista indicou que os cães treinados atuam apenas em Espanha, onde há várias equipas no terreno.
Depois de identificadas as áreas mais críticas de iscos envenenados em 2007, Samuel Infante espera que as primeiras equipas portuguesas com militares da GNR e cães sejam criadas no Alto Minho e na faixa interior do país, como a Beira e Alentejo.
“Este é o segundo ano que a GNR acompanhou os trabalhos e mostraram muito interesse e fizeram uma avaliação favorável. Esperamos que sejam criadas equipas ainda antes do final do projeto, que é em 2015”, disse.
As estatísticas da Quercus, segundo o ativista, mostram que 80% dos iscos envenenados são colocados por caçadores ou criadores de gado para matar raposas e lobos.
No entanto, os danos desta estratégia estendem-se aos próprios cães dos caçadores, águias, abutres, milhafres e até pessoas.
Os iscos são habitualmente colocados em pedaços de carne, explicou Samuel Infante.
O seu uso generalizou-se com a “alteração da realidade sociológica”: deixaram de existir pastores, cães de guarda e a criação de gado não é a tempo inteiro. “Às vezes as pessoas colocam o gado numa zona vedada e só ao final da semana ali se deslocam”, relatou.
A Quercus tem apostado na divulgação de boas práticas, como voltar a recorrer a cães de guarda e recolher o gado à noite.
“Sabemos que não é guerra que vai acabar, mas estamos a tentar acabar com a impunidade, porque é fácil ir a uma drogaria comprar veneno e colocar em dois ou três pedaços de carne ou lançar para o quintal do vizinho”, disse.
O ambientalista indicou que as pessoas têm de perceber que “podem ter problemas legais”.
O núcleo regional da Quercus dispõe na linha telefónica 800500605 para receber denúncias e dar informações sobre os iscos envenenados, que por ano devem matar “largas centenas de animais”.

 
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