Monday, June 20, 2005
A propósito do Arrastão de Carcavelos
Há muito tempo que as elites dirigentes de Portugal assobiam para o lado, a fingir que não sabem o que se passa nos seus bairros marginais. Não controlam nada do que se passa nesses bairros, que precisam, neste momento, de uma gigantesca operação de reconhecimento e de suspensão de actividades ilícitas menores, como por exemplo, de vendas sem recenseamentos nem licenciamentos, a par das necessárias actividades de saneamento básico, criação de condições decentes de habitação, etc.
Mas nada disso se deve fazer de graça. Cada direito que se concede deve fazer-se a troco de pedir participação, colaboração e responsabilidades.
Só em cima disso e na sequência disso é que podem prevenir-se actividades criminais específicas, como a pequena e a grande criminalidade.
Podemos chamar-lhe uma gigantesca operação mãos limpas.
Monday, June 06, 2005
Uma democracia não é um regime fraco, mas um regime em que se limita o poder dos políticos para evitar que eles abusem sobre a população
Construtores norte americanos sucumbem ao avanço asiático, afirma-se no suplemento de economia do Público de ontem
Caçar com arco e fllecha, no Expresso de 4 de Junho de 2005. Um exercício de sadismo e um artigo de publicidade ilícita
Construtores norte americanos sucumbem ao avanço asiático, afirma-se no suplemento de economia do Público de ontem
Caçar com arco e fllecha, no Expresso de 4 de Junho de 2005. Um exercício de sadismo e um artigo de publicidade ilícita
Thursday, June 02, 2005
É de prever uma nova vaga de inovação tecnológica, e muito mais barata, à medida que o Oriente entra na competição mundial, o género da Microsoft e do Windows deixarem de ter o protagonismo que têm, de aparecerem computadores muito mais interessantes, leves e baratos; portanto uma vaga tecnológica forte, à moda do Oriente.
Monday, May 30, 2005
Portugal, como país da periferia da Europa, é parecido com a Sérvia ou com Marrocos, e as conclusões a tirar daí
Não gosta de ser como é nem se aceita como é
Julgou-se, durante muito tempo, um guardião da civilização ocidental e cristã, quando, de facto, era um país violento, pouco democrático e pouco civilizado. Sendo um país fundamentalmente cristão não aceita as influências islâmicas.
Não dá o devido valor à investigação.
Não aceita as suas pessoas nem os seus costumes (chama-lhes Pimba).
Muitas vezes as pessoas são indisciplinadas e aceitam pouco as normas. Têm pouco respeito por regras e pelas instituições que, aliás, se fazem pouco respeitar.
Mal faz alguma coisa com maior qualidade sobe esse produto para preços proibitivos. Um país de coisas caras, sobretudo se as compararmos com os salários das pessoas.
Um país de importadores
Muita sujidade, porcaria, detritos, muita corrupção
VAI DAR MUITO TRABALHO PARA MUDAR ISTO TUDO!
Mas há também as coisas positivas do povo português, por exemplo a sua convivialidade, informalismo e capacidade de adaptação
Não gosta de ser como é nem se aceita como é
Julgou-se, durante muito tempo, um guardião da civilização ocidental e cristã, quando, de facto, era um país violento, pouco democrático e pouco civilizado. Sendo um país fundamentalmente cristão não aceita as influências islâmicas.
Não dá o devido valor à investigação.
Não aceita as suas pessoas nem os seus costumes (chama-lhes Pimba).
Muitas vezes as pessoas são indisciplinadas e aceitam pouco as normas. Têm pouco respeito por regras e pelas instituições que, aliás, se fazem pouco respeitar.
Mal faz alguma coisa com maior qualidade sobe esse produto para preços proibitivos. Um país de coisas caras, sobretudo se as compararmos com os salários das pessoas.
Um país de importadores
Muita sujidade, porcaria, detritos, muita corrupção
VAI DAR MUITO TRABALHO PARA MUDAR ISTO TUDO!
Mas há também as coisas positivas do povo português, por exemplo a sua convivialidade, informalismo e capacidade de adaptação
Sunday, May 22, 2005
Tuesday, May 17, 2005
O caso Farfalha mostra como a pedofilia osorre em sociedades fechadas, autoritárias, onde as famílias se identificam com os agressores. Um grande louvor ao Ministério Público e às autoridades da região, que souberam contrariar a corrente dominante.
Não precisaremos de mais regionalização, ou pelo menos da forma desastrosa como tem sido feita, mas de mais supervisão da regionalização actual por uma entidade central moderna, vigilante e isenta.
Não precisaremos de mais regionalização, ou pelo menos da forma desastrosa como tem sido feita, mas de mais supervisão da regionalização actual por uma entidade central moderna, vigilante e isenta.
Sunday, May 01, 2005
Olhando o artigo de Pacheco Pereira no Público de 2005-04-28 só podemos estar de acordo. Portugal está quase reduzido a um monte de lixo, com construção por todo o lado, ruínas a céu aberto. Estragos de monta.
Nunca ninguém mais fez urbanismo, desde os Olivais e as primeiras obras do Estado Novo. Entregues às Câmaras, os PDMs estiolam, cheios de excesso de construção.
Portugal precisa de mais centralização, e não de menos centralização. Precisa de um PDM nacional, mais restritivo, a sério, que trave o excesso de construção, que é uma coisa que ainda não tem, em vez dos PDMs municipais.
Precisa de mais centralização e de menos burocracia.
Precisa de alguém que multe por os cidadãos atravessarem fora das faixas, por deixaram os cães defecarem no chão. Parece ridículo mas trata-se de uma filosofia de vida em sociedade.
E é preciso que isto tudo se faça em democracia!
Nunca ninguém mais fez urbanismo, desde os Olivais e as primeiras obras do Estado Novo. Entregues às Câmaras, os PDMs estiolam, cheios de excesso de construção.
Portugal precisa de mais centralização, e não de menos centralização. Precisa de um PDM nacional, mais restritivo, a sério, que trave o excesso de construção, que é uma coisa que ainda não tem, em vez dos PDMs municipais.
Precisa de mais centralização e de menos burocracia.
Precisa de alguém que multe por os cidadãos atravessarem fora das faixas, por deixaram os cães defecarem no chão. Parece ridículo mas trata-se de uma filosofia de vida em sociedade.
E é preciso que isto tudo se faça em democracia!
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