Monday, March 21, 2005
Coisas para os portugueses aprenderem a fazer
Não estacionar em cima dos passeios
Não estacionar em cima de jardins ou de relva, mesmo quando já destruída
Atravessar nas passadeiras de peões e nas faixas desniveladas
Não deitar lixo para o chão, para a rua, para os campos
Não deitar lixo de carros em andamento
Apanhar os dejectos que os seus cães fazem nas ruas, jardins e passeios
Tarefas básicas de um Governo
Fazer ordenamento do território
Fazer saneamento básico
Fazer prevenção de fogos florestais
Promover ambientes sustentáveis para vida selvagem
Acabar com as passagens de nível nas ferrovias
Promover medidas de integração social
É preciso promover responsabilidades partilhadas entre os cidadãos e o governo
Política internacional: confesso que fiquei muito impressionado com o voto maciço dos cidadãos no Iraque, e que não estava mesmo nada à espera
Sunday, February 27, 2005
Manuela Ferreira Leite para dirigente do PSD: a única tentativa séria para alterar o estado de coisas e conseguir travar a decadência desse partido e, talvez, de proporcionar um futuro ao país. Precisa de continuar rigorosa mas temperada com um pouco memos de pessimismo.
Vasco Pulido Valente no Público de 26 de Fevereiro de 2005: contra a descentralização, com argumentos fortes mas que, infelizmente, ninguém tem ouvido até agora.
Vasco Pulido Valente no Público de 26 de Fevereiro de 2005: contra a descentralização, com argumentos fortes mas que, infelizmente, ninguém tem ouvido até agora.
Saturday, February 26, 2005
Israel planeia construir mais de 6000 casas nos colonatos da Cisjordânia ocupada, anunciou ontem o jornal Yediot Ahronot, ao mesmo tempo planeia que abandonar os colonatos da faixa de Gaza.
Decididamente, as coisas não correm bem nem aos palestinianos nem ao mundo árabe de modo geral. Depois da mais do que oportuna morte de Yasser Arafat, continua a invasão e ocupação israelita, por todos os meios.
Decididamente, as coisas não correm bem nem aos palestinianos nem ao mundo árabe de modo geral. Depois da mais do que oportuna morte de Yasser Arafat, continua a invasão e ocupação israelita, por todos os meios.
Thursday, January 27, 2005
do http://abrupto.blogspot.com/
23.1.05
22:06 (JPP) DIGA LÁ EXCELÊNCIANa parte inicial da entrevista na Dois, Marçal Grilo descreveu com grande exactidão a situação actual do sistema partidário. Chamou a atenção para a semelhança dos critérios de recrutamento, promoção e escolha das pessoas nas estruturas intermédias do PS e PSD, e o modo como os partidos foram "tomados por dentro" por "interesses intermédios", de que o imobiliário é exemplo. A ascensão nos aparelhos partidários dos autarcas e de todo um mundo de pessoas deles dependentes, nas vereações, nas empresas municipalizadas, nos empregos municipais, ocupou e estiolou todo o espaço político das secções dos partidos e dos órgãos locais e regionais. Estas vivem à volta dos empregos e dos favores com origem no poder local.Tudo isto é de uma grande exactidão - inclusive a ênfase de Marçal Grilo de que se trata de "interesses intermédios" e não dos "grandes interesses" como muitas vezes erradamente se mistura. Estes actuam mais ao nível do topo dos partidos e nos sectores não escrutinados dos governos, como os assessores, consultores, etc., exercendo o seu poder mais na base da pressão, da negociação e da troca de favores, do que na corrupção.
23.1.05
22:06 (JPP) DIGA LÁ EXCELÊNCIANa parte inicial da entrevista na Dois, Marçal Grilo descreveu com grande exactidão a situação actual do sistema partidário. Chamou a atenção para a semelhança dos critérios de recrutamento, promoção e escolha das pessoas nas estruturas intermédias do PS e PSD, e o modo como os partidos foram "tomados por dentro" por "interesses intermédios", de que o imobiliário é exemplo. A ascensão nos aparelhos partidários dos autarcas e de todo um mundo de pessoas deles dependentes, nas vereações, nas empresas municipalizadas, nos empregos municipais, ocupou e estiolou todo o espaço político das secções dos partidos e dos órgãos locais e regionais. Estas vivem à volta dos empregos e dos favores com origem no poder local.Tudo isto é de uma grande exactidão - inclusive a ênfase de Marçal Grilo de que se trata de "interesses intermédios" e não dos "grandes interesses" como muitas vezes erradamente se mistura. Estes actuam mais ao nível do topo dos partidos e nos sectores não escrutinados dos governos, como os assessores, consultores, etc., exercendo o seu poder mais na base da pressão, da negociação e da troca de favores, do que na corrupção.
Monday, January 24, 2005
COISAS BOAS DOS ÚLTIMOS DIAS
Marçal Grilo “Público de 2005-01-24, defende um parlamento em Portugal com 150 a 180 deputados, parte dos quais eleitos em círculos uninominais.
Defende também que os reitores das universidades deveriam deixar de ser eleitos, e nomeariam directores de faculdades de modo a acabar com o espírito corporativo nas universidades. E as Faculdades deveriam ser impedidas, por lei, de contratar os seus próprios doutorados (como já se faz em Espanha).
Dever-se-á acabar com os mega-concursos nas escolas
Estrangeirados em Portugal (de fora mandam cá dentro)
Os piores são os do tipo D. Sebastião (lendas vivas que sugam a capacidade de iniciativa dos locais).
Depois vêm os de tipo António Vitorino e António Borges. Estão no estrangeiro e mandam no país. No segundo caso, por exemplo, não se lhe conhece nenhuma experiência governativa ou política em Portugal (muitas vezes a culpa não é deles mas de quem os está sempre a promover – não há festa nem festança em que não se convide a Dª Constança – diz Vitorino).
Depois vêm os professores reformados nos países do estrangeiro que arranjam um modo de vida em Portugal, tirando um lugar aos que cá estão e que sempre lutaram denbtro do país.
Saldanha Sanches (Expresso de 2005-01-22), contra a regionalização do país.
E por último este extraordinário analista que é Vasco Pulido Valente, que contrapõe o idealismo de Wilson, Kennedy e Bush (desastrosos) ao pragmatismo de Lincoln, Roosevelt e Truman (sensatos)
Marçal Grilo “Público de 2005-01-24, defende um parlamento em Portugal com 150 a 180 deputados, parte dos quais eleitos em círculos uninominais.
Defende também que os reitores das universidades deveriam deixar de ser eleitos, e nomeariam directores de faculdades de modo a acabar com o espírito corporativo nas universidades. E as Faculdades deveriam ser impedidas, por lei, de contratar os seus próprios doutorados (como já se faz em Espanha).
Dever-se-á acabar com os mega-concursos nas escolas
Estrangeirados em Portugal (de fora mandam cá dentro)
Os piores são os do tipo D. Sebastião (lendas vivas que sugam a capacidade de iniciativa dos locais).
Depois vêm os de tipo António Vitorino e António Borges. Estão no estrangeiro e mandam no país. No segundo caso, por exemplo, não se lhe conhece nenhuma experiência governativa ou política em Portugal (muitas vezes a culpa não é deles mas de quem os está sempre a promover – não há festa nem festança em que não se convide a Dª Constança – diz Vitorino).
Depois vêm os professores reformados nos países do estrangeiro que arranjam um modo de vida em Portugal, tirando um lugar aos que cá estão e que sempre lutaram denbtro do país.
Saldanha Sanches (Expresso de 2005-01-22), contra a regionalização do país.
E por último este extraordinário analista que é Vasco Pulido Valente, que contrapõe o idealismo de Wilson, Kennedy e Bush (desastrosos) ao pragmatismo de Lincoln, Roosevelt e Truman (sensatos)
Sunday, January 16, 2005
O povo da Palestina está tão humilhado que qualquer pequeno incidente reactiva a sua luta.
O problema da educação em Portugal não é um problema financeiro, mas de dinheiro a mais, disse-se no fórum Novas Fronteiras, do PS. Uma frase bem correcta, porque os problemas de compadrio e de desorganização sobrtelevam os económicos no ensino português.
A China vai disponibilizar 2000 milhões de dólares para Angola, contra garantias em petróleo, e vai realizar, com os seus próprios cidadãos, nesse país, os investimentos que esse dinheiro comporta. Espera exportar para Angola 4 milhões de pessoas em 2006, para a realização desses projectos. Perigosa forma de colonização!
O problema da educação em Portugal não é um problema financeiro, mas de dinheiro a mais, disse-se no fórum Novas Fronteiras, do PS. Uma frase bem correcta, porque os problemas de compadrio e de desorganização sobrtelevam os económicos no ensino português.
A China vai disponibilizar 2000 milhões de dólares para Angola, contra garantias em petróleo, e vai realizar, com os seus próprios cidadãos, nesse país, os investimentos que esse dinheiro comporta. Espera exportar para Angola 4 milhões de pessoas em 2006, para a realização desses projectos. Perigosa forma de colonização!
Tuesday, January 11, 2005
Posso estar enganado mas mais uma vez me parece de louvar a luta que Rui Rio trava contra a corrupção no Norte, parecida com a que Francisco de Assis travou contra Narciso de Miranda e o núcleo de Felgueiras do PS, antes de começar a meter os pés pelas mãos.
Já a estratégia de acabar com os arrumadores parece não ter sido tão bem conseguida. Provavelmente foi desfigurada pelos muitos falsos amigos e adversários do Presidente da Câmara. Outro tanto não aconteceu nas Caldas da Rainha, onde a Câmara Municipal, em colaboração com a PSP e a Associação Canguru conseguiram extinguir esta actividade em 3 meses, numa mistura de firmeza e de diálogo e reinserção social.
Parabéns ao povo da Palestina Mártir, que conseguiu fazer umas eleições pluralistas
Já a estratégia de acabar com os arrumadores parece não ter sido tão bem conseguida. Provavelmente foi desfigurada pelos muitos falsos amigos e adversários do Presidente da Câmara. Outro tanto não aconteceu nas Caldas da Rainha, onde a Câmara Municipal, em colaboração com a PSP e a Associação Canguru conseguiram extinguir esta actividade em 3 meses, numa mistura de firmeza e de diálogo e reinserção social.
Parabéns ao povo da Palestina Mártir, que conseguiu fazer umas eleições pluralistas
Subscribe to:
Posts (Atom)