Vasco Pulido Valente, cáustico, agressivo, pessimista e de direita, continua a ser o melhor colunista português, e aquele que, com menos texto, diz exactamente aquilo que quer e que pensa.
Hoje fala sobre “Portugal na Europa, dizendo que, embora mais rico, Portugal continua alegremente com os seus velhos vícios. Não por acaso, a maior contribuição da Europa tem sido a de polícia”, ou seja, impedir que este país se torne de novo uma ditadura.
Foi o primeiro a falar da grosseria de Cavaco não ter convidado Mário Soares para o festejo dos 50 anos do Tratado da Europa.
Mahmoud Ahmadinejad tem o seu país, o Irão, cada vez mais isolado, diz o jornalista do Público em Altos e Baixos. Mas, de facto, não tem nada e, cada vez que se fala em pretender que esse país deixe de ter armas nucleares devia falar-se nas armas nucleares que Israel tem; às escondidas. Israel, e o Paquistão, que é uma ditadura, é que são grande parte do verdadeiro perigo.
Sunday, March 25, 2007
Sunday, March 18, 2007
Porque é que o holocausto dos judeus tem de ser escrito com letra grande? Houve mais holocaustos, como por exemplo o holocausto dos índios na América, o Holocausto dos aborígenes da Austrália, e neste momento pretende-se o holocausto dos palestinianos na Palestina, nomeadamente com expulsão das terras onde vivem.
Porque é que a Europa se desinteressa tanto da sorte dos palestinianos? Porque não reconhece o seu governo?
Thursday, March 01, 2007
OPORTUNIDADE PARA A EUROPA SAIR DA APAGADA E VIL TRISTEZA EM QUE SE ENCONTRA (é difícil mas não é impossível):
Ser o 1º continente a cumprir normas ambientais rigorosas. Como não tem fontes de energia isso facilita-lhe as tarefas
Ser o 1º continente a promover estilos de vida saudáveis, na área do álcool, tabaco, direitos humanos, democraticidade e democracia, solidariedade.
Ser o 1º Continente a respeitar a biodiversidade e a reintroduzir a vida selvagem no seus territórios e espaços livres.
Sunday, February 25, 2007
Em Portugal é preciso que os erros tenham consequências sobre quem os faz. Trata-se de uma atitude natural de saneamento da sociedade, em que se aprende com os erros e se tiram as necessárias consequências.
Um país em que isso não se faz é Timor, onde os assassinos não são castigados e os responsáveis dos piores crimes são sempre perdoados. O resultado desta magnanimidade é que a violência não abranda e se eterniza, e é preciso virem os australianos para manter a ordem.
Quando isto acontece em Portugal os erros repetem-se, o que pode implicar perda de vidas. E tem acontecido muito:
Aconteceu Cavaco Silva deu um indulto a um foragido, por erros dentro do ministério da justiça
Aconteceu quando ambulâncias demoraram 7 horas a transportar um homem acidentado de Ourique a Lisboa, que acabou por morrer.
Aconteceu no naufrágio do Luz do Sameiro, em Dezembro de 2006, por falta de coordenação e inoperância da marinha e de meios aéreos.
Em todos estes casos nenhum responsável foi demitido. Mau sinal!
Não é só a questão de rolar cabeças (expressão feia demais). É que também não se fez nada em nenhum destes assuntos. Pelo menos nada que se visse. Nada que se conheça. E não nos esqueçamos da amplitude mediática que cada um destes casos teve!
Sunday, February 18, 2007
Saturday, February 10, 2007
Friday, February 02, 2007
Defeitos de muitos europeus e americanos
Distância, desconfiança, arrogância e agressividade
Falta de amor
Não têm filhos, devido a isto
Estes defeitos têm de ser postos em balanço com as virtudes dos sistemas democráticos onde se inserem. Por exemplo, se não se reproduzirem (por falta de bondade e por desconfiança nos outros), as suas sociedades acabarão submersas por pessoas vindas de fora
Defeitos de muitas pessoas de países subdesenvolvidos
Excesso de confiança nas outras pessoas, deixando-se enganar muito
Distância, desconfiança, arrogância e agressividade
Falta de amor
Não têm filhos, devido a isto
Estes defeitos têm de ser postos em balanço com as virtudes dos sistemas democráticos onde se inserem. Por exemplo, se não se reproduzirem (por falta de bondade e por desconfiança nos outros), as suas sociedades acabarão submersas por pessoas vindas de fora
Defeitos de muitas pessoas de países subdesenvolvidos
Excesso de confiança nas outras pessoas, deixando-se enganar muito
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